Click na imagem para acessar o site

Click na imagem para acessar o site
click na imagem para acessar o site
"Trabalhadores e trabalhadoras, uni-vos contra a tirania, mas uni-vos sobretudo contra a inércia que se torna coadjuvante da opressão"

Vladimir Maiakovski - operário, poeta e revolucionário soviético.



segunda-feira, 29 de novembro de 2010

EUROPA EM CRISE: SINDICATO ACEITA REDUÇÃO DE SALARIOS.


SINDICATO EUROPEU ACEITA NEGOCIAR REDUÇÃO DE SALÁRIOS.

O líder da confederação de sindicatos europeus admite corte de salários em troca de formação ou subsídio de desemprego.


A redução temporária de salário e da jornada laboral, completada com subsídio de desemprego ou até formação profissional, foi uma forma encontrada por alguns países europeus, como a Alemanha, Áustria e Holanda para manter o nível de emprego e qualificar os seus trabalhadores no período de crise. Tudo feito com o apoio e empenho dos sindicatos.

A poucos dias da greve geral convocada em Portugal, John Monks, o secretário-geral da confederação de sindicatos europeus (ETUC), defende esta solução como "boa alternativa ao desemprego" e forma de acomodar o impacto da austeridade. "Fizemos um apelo aos sindicatos de todos os países, mas poucos o aceitaram. Uns não quiseram, outros não viam recursos suficientes para esses programas, outros receavam abusos dos empregadores", explica em entrevista ao Diário Económico.


Monks, que vê o sindicalismo como "um movimento, não um monumento", não vê problemas em defender estes esquemas de cortes de salário? "A questão central é que as pessoas mantêm o emprego, é certo que vêm as suas bases salariais reduzidas - reconhece Monks -, mas quando a economia retoma voltam ao trabalho a tempo inteiro, e agora com mais competências por causa da formação".


OPINIÃO DO COLETIVO DE AÇÃO DIRETA COMUNISTAS NO BRASIL ADC


Como sempre os burocratas sindicais traem as lutas dos trabalhadores. A posição do secretário geral da Confederação dos Sindicatos Europeus, John Monks, defendendo a redução dos salários para auxiliar os governos a sairem da crise financeira/econômica européia demonstra muito bem até onde esses traidores dos trabalhadores vão com sua política de colaboração de classes.

O desemprego se transforma, em seus discursos, em culpa dos próprios trabalhadores incapacitados de se manterem no "mercado de trabalho". Portanto nada mais justo que os trabalhadores europeus deêm a sua parcela de contribuição para acabar com mais essa crise do capitalismo.
Os trabalhadores devem resistir e lutar contra os planos de arrocho e desemprego dos patrões, banqueiros, governos e do FMI e contra os pelegos e traidores.

A nossa palavra de ordem é NEM BUROCRATAS SINDICAIS, NEM COLABORAÇÃO DE CLASSES. AÇÃO DIRETA E INDEPENDÊNCIA DE CLASSE É O CAMINHO CONTRA OS PATRÕES E O ESTADO. TODOS UNIDOS PELO COMUNISMO INTERNACIONAL!

Nenhum comentário:

Postar um comentário

AÇÃO DIRETA

AÇÃO DIRETA
O vermelho é o nosso sangue derramado e o preto o nosso luto por aqueles que tomabaram na luta.

Marcadores